O III Reich foi feito para ser o ponto de partida para a unificação europeia, baseando-se na teoria do 'espaço vital' do...
Posted by Álvaro Vinícius on Segunda, 7 de dezembro de 2015
quinta-feira, 10 de dezembro de 2015
III Reich: o ponto de partida para Unificação Europeia.
terça-feira, 24 de novembro de 2015
segunda-feira, 23 de novembro de 2015
sexta-feira, 23 de outubro de 2015
O Prelúdio da Nova Ordem Europeia
O Prelúdio da Nova Ordem Europeia
Meu comentário no meu perfil da rede social Facebook.
Os "gênios artífices" do globalismo (Nova Ordem Mundial) plantaram as condições para a bagunça geral na Europa. Como as...
Posted by Álvaro Vinícius on Terça, 8 de setembro de 2015
Howard Gardner e a Inteligência
Howard Gardner e a Inteligência
Escrito por Álvaro Vinícius de Souza Silva
No
meu perfil da rede social Facebook,
publiquei o seguinte comentário:
Howard
Gardner está correto em sua observação, mas está errado em suas conclusões.
Diferentes aptidões apenas elucidam diversas habilidades. Além disso, não formam uma
condição necessária para afirmar que existem várias inteligências. Se surgem
novas atividades, novas habilidades são exigidas. Quem é um programador, por
exemplo, lida bastante com raciocínio lógico-matemático, assim como,
obviamente, um matemático também lida. No entanto, ambos possuem orientações
distintas, ou até mesmo opostas em várias ocasiões. Enquanto um programador se
preocupa em resolver um problema prático com recursos tecnológicos, um
matemático não se interessa na aplicação imediata de suas questões teóricas.
Veja que essas duas habilidades, que não existiam no Antigo Egito, pois não
havia um conhecimento formal-racionalizado, por exemplo, não podem ser
encaradas como duas inteligências ou como constitutivas de um única
inteligência lógico-matemática, mas como meras expressões específicas de um ato
de inteligência, que se dispõe a desenvolver um conjunto de habilidades.
[Álvaro Vinícius de Souza Silva. Data:22/10/2015]
[Álvaro Vinícius de Souza Silva. Data:22/10/2015]
Link: Postagem
quinta-feira, 22 de outubro de 2015
O Espelho dos Físicos
O Espelho dos Físicos
Autor: Álvaro Vinícius de Souza Silva
Data: 22/10/2015
Vídeo 1: Olavo de Carvalho sobre a Ciência Moderna
A maioria dos físicos confunde a
representação (modelo ex post facto) com o que supostamente tenta
representar por limitada analogia. Se o interesse consiste em medir o tempo que
a maçã precisa para cair na cabeça de Newton, o físico terá que esboçar uma
breve analogia num enquadramento teórico, no qual particularize fundamentalmente os
conceitos básicos da situação, tais quais a "massa", a
"força" e a "aceleração". Veja que, obviamente, a
delimitação teórica do problema estabelece uma profunda cisão entre alguns
aspectos referentes à queda da maçã e a queda em seu sentido inteligível, isto
é, no que a consciência consegue determinar. Isso nada mais é que o espelho dos
físicos: a sua própria física para entender a physis.
Alguns artigos do autor:
O inabitual como susto: de Feyerabend a
Charles Richet
O inabitual como susto: o cético
pantomima
O montante hipotético-conjetural
segunda-feira, 19 de outubro de 2015
Texto I-Série Respostas
Texto publicado no blog Polymath Sirius_ASociety.
Data original de publicação: 14/09/2015
Data de sua reprodução neste blog: 19/10/2015
Autor: Álvaro Vinícius de Souza Silva
Aparições, OVNIS, Pinturas
Renascentistas
Áreas:
Parapsicologia, Ufologia, Física e Neuropsíquica.
Do ask.fm (http://ask.fm/Alvinicius)
Olá Álvaro. O que significa a aparição de ovnis em obras renascentista? São representações de entidades divinas? Edvan Pontes
Caro
Edvan Pontes, dividirei a resposta em duas etapas: 1] Sobre aparições: uma
'aparição' nem sempre representa aquilo que pensamos existir momentaneamente na
realidade, pois pode ser algo que é "visto" tão somente sob certo
modo de percepção, ou seja, configurado notavelmente pelo que instantaneamente
percebemos. Diria que isso estaria intimamente relacionado aos seguintes
aspectos (elementares): a) Ambiente (grau de iluminação, índice de refração e
coeficiente de reflexão); b) Senso de realidade (maturação no exame factual e
potencial de inferência indutiva); c) Repertório imaginativo (constelação
simbólica). Entre esses três aspectos, destacaria o 'senso de realidade' como
fator crucial para compreender a experiência psicológica nesses casos. Nos
manuais de parapsicologia, o fenômeno da "pareidolia" -um tipo de
apofenia-, por exemplo, é eminentemente psicológico. Você pode olhar para um
conjunto de rabiscos e protuberâncias na superfície de alguma parede e
acreditar piamente que ver uma sereia, uma dançarina, um palhaço, um coelho, um
cavalo, um disco voador, um jumento ou algum objeto doméstico. Tudo isso por
conta da estimulação visual e da maneira pela qual sua atividade cognoscitiva
se inclina a construir determinadas imagens. Caso o estado de sua consciência
esteja sob significativa variação emocional, algumas visões mais ou menos
distorcidas ou pouco conexas espacialmente e temporalmente poderão ser formadas
simplesmente em função da sua situação neurobiológica, ou quem sabe, talvez, em
razão de algum tipo de infusão espiritualista. Nesse caso, pelo menos a
explicação básica (fisicalista) se deve ao uso de nossa natural capacidade
cerebral na antevisão de cenários que propiciem oportunidades ou riscos, por
causa da identificação de padrões que são rapidamente relembrados num dado
contexto. Trata-se das reações neuropsíquicas que se correlacionam com os nossos
instintos. E isso se lastreia em esquemas que foram acomodados em nossa memória
vivencial.Como você se refere às "estranhas figuras" que aparecem nas
pinturas renascentistas, sabendo que tais obras não passam a ideia de que foram
elaboradas ao sabor de qualquer circunstância, é preciso destacar outros
pormenores. Então, veja a segunda parte da resposta. 2] Estranhos objetos
(OVNIS) em pinturas: salienta-se que não são apenas algumas pinturas
renascentistas que possuem objetos com alto grau de similaridade com os
supostos discos voadores. Sabe-se que, além disso, os chamados discos voadores
ganharam uma ampla difusão na ficção literária e até mesmo nos enredos
carnavalescos, sem falar na aludida seriedade objetiva de alguns relatos
ufológicos. No livro de Erich Von Daniken , "Eram os deuses
astronautas?", fala-se na hipótese de que extraterrestres tenham sido
divindades que até algumas passagens bíblicas do Antigo Testamento fazem
referência. Na tradição esotérica do Antigo Egito, encontra-se sempre a noção
da existência de outros mundos. Mas para detalhar isso precisaria escrever um
livro.
Álvaro
Vinícius de Souza Silva
Publicado
no blog Polymath Sirius_ASociety, na data 14/10/2015.
Alguns
artigos do autor:
O
inabitual como susto: de Feyerabend a Charles Richet
O
inabitual como susto: o cético pantomima
O
montante hipotético-conjetural
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